quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Reino Plantae

As plantas são seres autótrofos (produzem o próprio alimento), pluricelulares , eucariontes ( células que possuem membrana nuclear e organelas), fotossintetizantes. Elas são classificadas em:
  • Briófitas: são plantas pequenas, geralmente com alguns poucos centímetros de altura, que vivem preferencialmente em locais úmidos e sombreados.
external image reprodumusgos2.jpg
  • Pteridófitas: são plantas que possuem raízes, caule e folhas. O caule das atuais pteridófitas é em geral subterrâneo, com desenvolvimento horizontal. Mas, em algumas pteridófitas, como os xaxins, o caule é aéreo. Essas plantas preferem locais úmidos e sombreados.
    Ciclo de reprodução de samambais
    Ciclo de reprodução de samambais


  • Gimnospermas: são plantas terrestres que vivem, preferencialmente, em ambientes de clima frio ou temperado. Nesse grupo incluem-se plantas como pinheiros, as sequóias e os ciprestes


Ciclo de reprodução de araucária
Ciclo de reprodução de araucária



  • Angiospermas: é o grupo mais variado do reino Plantae, cerca de 250 mil espécies (são conhecidas cerca de 350 mil espécies de plantas), essas plantas são encontradas em quase todos lugares do mundo.
O video abaixo mostra um breve atlas do Reino Plantae:

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Teoria da evolução

Zoológico de Niterói terá que pagar multa de mais de R$ 1 milhão

Segundo o Ibama, a Zoonit repassou 490 animais para terceiros sem autorização

Carlyle Jr., do R7 | 13/07/2011 às 17h04
 
Fernando Souza / Agência O Dia

O Ibama (Instituto Brasileiro de Meio Ambiente) multou a Fundação Zoonit,  que administra o zoológico de Niterói, na região metropolitana do Rio de Janeiro, em mais de R$ 1 milhão por receber 490 animais e deixá-los aos cuidados de terceiros sem autorização. A Justiça do Rio também determinou que todos os animais fossem retirados do lugar, que deve fechar as portas em agosto.

Segundo o superintendente do Ibama no Rio, Adílson Gil, o zoológico chegou a doar 175 animais ameaçados de extinção para uma única pessoa sem respeitar a legislação ambiental.
- O Ibama descobriu que, por meio de investigações dos livros do zoológico de Niterói, os animais apreendidos pelos órgãos de polícia e enviados para o lugar equivocadamente eram repassados para terceiros, o que é uma prática ilegal.

A presidente da Fundação Zoonit, que administra o zoológico, Giselda Candiotto, disse que vai recorrer da decisão. Segundo ela, os animais foram repassados para criadores que têm registro no Ibama.
- Já entramos na Justiça contra o Ibama, porque isso é uma arbitrariedade, existem apenas algumas irregularidade referentes a adequações e obras e que estamos fazendo. Temos documentos que provam que nunca desviamos os animais, mas sim soltamos aqueles animais de vida livre, depois de tratados e recuperados.


Jimmy
Chimpanzé Jimmy também deixou o zoológico de Niterói
 Transferência dos animais

Nesta quarta-feira (13), agentes do Ibama, com o apoio da Polícia Federal, do Batalhão Florestal e da Advocacia Geral da União, recolheram 53 animais, entre aves, répteis e primatas. Principal atração do zoológico, o chimpanzé Jimmy foi um dos animais que deixou o espaço.
De acordo com o Ibama, os macacos foram encaminhados para o GAP (Grupo de Apoio aos Primatas), em Sorocaba, no interior de São Paulo. Já os outros animais foram levados para o Cetas (Centro de Triagem de Animais Silvestres), no município de Seropédica, na Baixada Fluminense.
Cerca de 60 animais ainda ficaram no zoológico de Niterói à espera de outras transferências, que devem ocorrer nos próximos dias. Desde de outubro de 2010, o Ibama vem transferindo os animais do espaço, por causa de denúncias de maus tratos. 
A determinação de fechar o Zoonit veio após a Justiça constatar que a fundação descumpriu um TAC (Termo de Ajustamento de Conduta) firmado pelo zoológico, com os Ministério Público Estadual e Federal e também com o Ibama. O acordo firmado previa que o local reformasse o abrigo para os primatas e evitasse que animais domésticos circulassem com as espécies silvestres.

Leia mais aqui.

Seminário Internacional em Biologia e Reabilitação Oral


PDF E-mail

Sex, 08 de Julho de 2011 07:06
Estão abertas as inscrições para o Seminário Internacional em Biologia e Reabilitação Oral, que ocorrerá nos dias 27 e 28 de julho. O encontro será realizado no Salão Nobre da Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (FORP-USP) e contará com a participação do professor Marc McKee, da Universidade McGill (Canadá). De acordo com a organização do seminário, no dia 27 serão abordados os temas: “Determinantes moleculares da mineralização esqueletal, dentária e patológica” e “Interfaces em tecidos mineralizados: Implicações para o reparo ósseo e osseointegração de implantes”, cujo público-alvo são os pós-graduandos e professores da área.
No dia seguinte (28/7), McKee falará sobre “Estudos de pós-graduação – a experiência da McGill”, para pós-graduandos, e “Mineralização dos ossos e dentes”, aberto a alunos de graduação e pós-graduação.

A participação é gratuita. O local do evento fica na Av. Bandeirantes, nº 3.900, Ribeirão Preto - SP.

Mais informações: eventos.ro2011@gmail.com ou (16) 3602-0313.

Agência FAPESP

Mosquito da dengue sobrevive comendo somente planta

ANAHI ZURUTUZA     06/07/2011 09h40

 
Ter a planta conhecida como Coroa de Cristo em casa significa risco à saúde dos moradores e da vizinhança. O arbusto espinhoso, muito usado em residências como cerca viva, serve de alimento para o mosquito transmissor da dengue, que pode passar a vida toda alimentando-se apenas do néctar contido nas flores da planta.
 
A descoberta é do biólogo e pesquisador da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), Antônio Pancrácio de Souza e da orientanda dele no curso de Biologia da universidade, Nathalia Cavichiolli de Oliveira, que há 12 meses estudam os hábitos alimentares do Aedes aegypti.
 
Segundo o professor, que é doutor em Entomologia (ciência que estuda os insetos), já se sabe que o Aedes aegypti macho não se alimenta de sangue humano, mas que a fêmea depende do sangue para a maturação os ovos antes de botar e é no momento da picada que ela transmite o vírus da dengue para as pessoas. 

Contudo, de acordo com Pancrácio, tanto o mosquito macho, quando a fêmea são capazes de completar o ciclo de vida, que dura em média 30 dias, alimentando-se apenas das flores da Coroa de Cristo.
 
O pesquisador explica que a planta, portanto, “contribui para a manutenção da população do mosquito transmissor da dengue”. Segundo Pancrácio, não se pode dizer que a Coroa de Cristo necessariamente funciona como atrativo para o inseto, mas a fêmea pode manter-se viva e nutrida nas proximidades do arbusto até encontrar o humano para alimentar-se do sangue, amadurecer os ovos e, então, procriar. “Ter esta planta em casa facilita a sobrevivência da população de Aedes aegypti e mantém o mosquito perto de quem ele não deveria estar”.
 [...]

Leia mais aqui