quinta-feira, 14 de julho de 2011

Teoria da evolução

Zoológico de Niterói terá que pagar multa de mais de R$ 1 milhão

Segundo o Ibama, a Zoonit repassou 490 animais para terceiros sem autorização

Carlyle Jr., do R7 | 13/07/2011 às 17h04
 
Fernando Souza / Agência O Dia

O Ibama (Instituto Brasileiro de Meio Ambiente) multou a Fundação Zoonit,  que administra o zoológico de Niterói, na região metropolitana do Rio de Janeiro, em mais de R$ 1 milhão por receber 490 animais e deixá-los aos cuidados de terceiros sem autorização. A Justiça do Rio também determinou que todos os animais fossem retirados do lugar, que deve fechar as portas em agosto.

Segundo o superintendente do Ibama no Rio, Adílson Gil, o zoológico chegou a doar 175 animais ameaçados de extinção para uma única pessoa sem respeitar a legislação ambiental.
- O Ibama descobriu que, por meio de investigações dos livros do zoológico de Niterói, os animais apreendidos pelos órgãos de polícia e enviados para o lugar equivocadamente eram repassados para terceiros, o que é uma prática ilegal.

A presidente da Fundação Zoonit, que administra o zoológico, Giselda Candiotto, disse que vai recorrer da decisão. Segundo ela, os animais foram repassados para criadores que têm registro no Ibama.
- Já entramos na Justiça contra o Ibama, porque isso é uma arbitrariedade, existem apenas algumas irregularidade referentes a adequações e obras e que estamos fazendo. Temos documentos que provam que nunca desviamos os animais, mas sim soltamos aqueles animais de vida livre, depois de tratados e recuperados.


Jimmy
Chimpanzé Jimmy também deixou o zoológico de Niterói
 Transferência dos animais

Nesta quarta-feira (13), agentes do Ibama, com o apoio da Polícia Federal, do Batalhão Florestal e da Advocacia Geral da União, recolheram 53 animais, entre aves, répteis e primatas. Principal atração do zoológico, o chimpanzé Jimmy foi um dos animais que deixou o espaço.
De acordo com o Ibama, os macacos foram encaminhados para o GAP (Grupo de Apoio aos Primatas), em Sorocaba, no interior de São Paulo. Já os outros animais foram levados para o Cetas (Centro de Triagem de Animais Silvestres), no município de Seropédica, na Baixada Fluminense.
Cerca de 60 animais ainda ficaram no zoológico de Niterói à espera de outras transferências, que devem ocorrer nos próximos dias. Desde de outubro de 2010, o Ibama vem transferindo os animais do espaço, por causa de denúncias de maus tratos. 
A determinação de fechar o Zoonit veio após a Justiça constatar que a fundação descumpriu um TAC (Termo de Ajustamento de Conduta) firmado pelo zoológico, com os Ministério Público Estadual e Federal e também com o Ibama. O acordo firmado previa que o local reformasse o abrigo para os primatas e evitasse que animais domésticos circulassem com as espécies silvestres.

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Seminário Internacional em Biologia e Reabilitação Oral


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Sex, 08 de Julho de 2011 07:06
Estão abertas as inscrições para o Seminário Internacional em Biologia e Reabilitação Oral, que ocorrerá nos dias 27 e 28 de julho. O encontro será realizado no Salão Nobre da Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (FORP-USP) e contará com a participação do professor Marc McKee, da Universidade McGill (Canadá). De acordo com a organização do seminário, no dia 27 serão abordados os temas: “Determinantes moleculares da mineralização esqueletal, dentária e patológica” e “Interfaces em tecidos mineralizados: Implicações para o reparo ósseo e osseointegração de implantes”, cujo público-alvo são os pós-graduandos e professores da área.
No dia seguinte (28/7), McKee falará sobre “Estudos de pós-graduação – a experiência da McGill”, para pós-graduandos, e “Mineralização dos ossos e dentes”, aberto a alunos de graduação e pós-graduação.

A participação é gratuita. O local do evento fica na Av. Bandeirantes, nº 3.900, Ribeirão Preto - SP.

Mais informações: eventos.ro2011@gmail.com ou (16) 3602-0313.

Agência FAPESP

Mosquito da dengue sobrevive comendo somente planta

ANAHI ZURUTUZA     06/07/2011 09h40

 
Ter a planta conhecida como Coroa de Cristo em casa significa risco à saúde dos moradores e da vizinhança. O arbusto espinhoso, muito usado em residências como cerca viva, serve de alimento para o mosquito transmissor da dengue, que pode passar a vida toda alimentando-se apenas do néctar contido nas flores da planta.
 
A descoberta é do biólogo e pesquisador da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), Antônio Pancrácio de Souza e da orientanda dele no curso de Biologia da universidade, Nathalia Cavichiolli de Oliveira, que há 12 meses estudam os hábitos alimentares do Aedes aegypti.
 
Segundo o professor, que é doutor em Entomologia (ciência que estuda os insetos), já se sabe que o Aedes aegypti macho não se alimenta de sangue humano, mas que a fêmea depende do sangue para a maturação os ovos antes de botar e é no momento da picada que ela transmite o vírus da dengue para as pessoas. 

Contudo, de acordo com Pancrácio, tanto o mosquito macho, quando a fêmea são capazes de completar o ciclo de vida, que dura em média 30 dias, alimentando-se apenas das flores da Coroa de Cristo.
 
O pesquisador explica que a planta, portanto, “contribui para a manutenção da população do mosquito transmissor da dengue”. Segundo Pancrácio, não se pode dizer que a Coroa de Cristo necessariamente funciona como atrativo para o inseto, mas a fêmea pode manter-se viva e nutrida nas proximidades do arbusto até encontrar o humano para alimentar-se do sangue, amadurecer os ovos e, então, procriar. “Ter esta planta em casa facilita a sobrevivência da população de Aedes aegypti e mantém o mosquito perto de quem ele não deveria estar”.
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quarta-feira, 13 de julho de 2011

Gregor Mendel (1822-1884)


Gregor Mendel realizando experimentos com ervilhas

Tido por muitos como o “pai da genética” Gregor Mendel é reconhecido pelas suas descobertas sobre a hereditariedade.
A partir de experiências realizadas com diversos tipos de ervilhas ele formulou duas leis que são conhecidas como “Leis de Mendel”, e são elas:

   1ª Lei ou Lei da segregação
Cada caráter é determinado por um par de fatores genéticos denominados alelos. Estes, na formação dos gametas, são separados e, desta forma, pai e mãe transmitem apenas um para seu descendente.

   2ª Lei ou Lei da segregação independente dos genes.
As diferenças de uma característica são herdadas independentemente das diferenças em outras características.
O vídeo abaixo trata um pouco sobre a vida e a obra de Mendel:


Engenharia genética



É definida como o conjunto de técnicas capazes de permitir a identificação, manipulação e multiplicação de genes dos organismos vivos.
Através da engenharia genética é possível:
  - Mapear o genoma das espécies animais e vegetais;
  - Criar seres clonados;
  - Cura de doenças genéticas;
  - Produção de seres transgênicos.


A manipulação gênica é material de diversas discussões pois há sempre a possibilidade de irreversibilidade . Por este motivo já há previsão legal regulamentando as atividades desta nova ciência.

No Brasil o controle legal da engenharia genética está previsto no art. 225, §1º, II da Constituição Federal, onde diz que é dever do Poder Público preservar a diversidade e a integridade do patrimônio genético do país e fiscalizar as entidades dedicadas à pesquisa e manipulação de material genético. O  Poder Público tem o dever de preservar a diversidade e integridade do patrimônio genético, e ainda o dever de fiscalizar os pesquisadores que manipulam material genético além de ser obrigado a controlar os métodos, atividades e comercialização de produtos ou substâncias que possam causar danos ao meio ambiente, incluindo os relacionados à manipulação genética.

A  Lei 8.974, de 5/1/95 (Lei da Biossegurança) estabelece normas para uso das técnicas de engenharia genética e liberação no meio ambiente de organismos geneticamente modificados.

Abaixo estão alguns vídeos que falam um pouco sobre a engenharia genética em humanos, plantas e animais:
Engenharia genética humana:



Engenharia genética em plantas:
 


Engenharia genética em animais: